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Jornal da Região

Artigo

Casa de Euclides da Cunha

“Casa de Euclides da Cunha: breve história – parte 1”, por Celso Frauches

“Meu eminente mestre. O Sr. está numa cidade (Nova Friburgo) que eu vi na mais remota juventude, e bem perto do pequeníssimo vilarejo onde nasci – Santa Rita do Rio Negro. Não a conheço mais.” Esse é um trecho de carta que Euclides da Cunha escreveu a seu mestre Machado de Assis. Santa Rita do Rio Negro hoje é Euclidelândia,

“I Encontro da família Moraes”, por Amanda de Moraes

“Confiem nos sonhos, pois neles acha-se escondido o portal para a eternidade”, clamou o poeta Khalil Gibran ao meditar sobre a morte. Um ser humano que não sonha é um mero corpo que honra, no dia 5 de cada mês, faturas. O sopro da vida instiga paixões, anseios e objetivos, que vão desde a casa própria até a conquista por

“Dr. Cassinho”, por Dr Júlio Carvalho

Dr. Cassinho foi uma figura marcante na cidade de Cantagalo, destacando-se como advogado, jornalista, político e poeta. Foi registrado no cartório civil como Cássio Passos Barreto, filho de Dr. Rômulo da Câmara Barreto, advogado, e da Sra. Maria Rosa Passos Barreto, Dona Sinhá Passos. Nascido em 3 de maio de 1897. Dr. Cassinho, como sempre era chamado, foi advogado destacado

“Antônio e Sebastião Carvalho, Cantagallo Novo & Mão de Luva”, por Celso Frauches

Antonio Carvalho compondo o Cantagallo Novo na antiga gráfica, tendo ao lado a impressora.   Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o

“Antônio e Sebastião Carvalho, Cantagallo Novo & Mão de Luva”, por Celso Frauches

Antonio Carvalho compondo o Cantagallo Novo na antiga gráfica, tendo ao lado a impressora.   Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o

“Carta à Constituição”, por Amanda de Moraes

No começo de um relacionamento, a cordialidade fala aos ouvidos; uns passos desajeitados aqui; uma fala premeditada ali, conforme intui a cartilha. O namorado é, ainda, um mistério. É sábio aquietar-se, nesse momento. Calma e prudência, porque, como diz um saber popular, tudo a seu tempo. “Que é, pois, o tempo?” – indagou Santo Agostinho. Se ele ao ser questionado

“Jevoux”, por Dr Júlio Carvalho

A Fábrica de Massas Alimentícias Santa Therezinha foi vendida um tempo depois, mudando de nome para Fábrica de Massas Alimentícias Nadia Ltda, gravado até hoje no prédio. Hoje, o local abriga a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.   Nessas viagens pelo tempo que o meu amigo Celso Frauches e eu realizamos pelo passado, focalizando pessoas que ajudaram a construir a

“Dona Maricota”, por Dr Júlio Carvalho

Minha querida e saudosa mãe, que só viveu para a família e o lar, algumas vezes, com carinho, falava sobre a Dona Maricota. Mas quem foi a Da. Maricota? Seu nome verdadeiro era Maria Belliene de Olival ou d’Olival, como outras vezes vi escrito. Era professora e diretora do Colégio Na. Sa. das Dores, responsável pela educação de algumas gerações

“Os Peckolt: Theodor (pai), Gustavo (filho) e Oswaldo (neto) – Parte 1”, por Celso Frauches

Retrato de Theodoro Peckolt com assinatura (1822-1912) [Acervo Família Peckolt].   O Jornal da Região tem nos dado oportunidade de ouro para fazer conhecidos inúmeros cantagalenses ilustres e destacados nas diversas áreas da Cultura, da Ciência, das Artes que estavam escondidos sob o manto do tempo e cujo valor escapava de nossos olhares distraídos. Mas o brilho da joia nada

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