
“Código Humano de Conduta”, por Amanda de Moraes
A advocacia criminal tem lá os seus mistérios. Definem os mais insensíveis tratar-se de ofício destinado, tão-somente, ao auxílio de criminosos. Ponto. Convenhamos que a nobreza foge a essa redução, apesar de sabermos que a democracia se revela pelo trato dos renegados: a condição de ser humano impõe algumas balizas e limites ao poder repressor estatal. Há os mais refinados,



