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Jornal da Região

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Amanda de Moraes

Artigos publicados

“Nem tudo que parece é”, por Amanda de Moraes

Amizade é uma palavra distinta. Amigo é família por escolha; quem aceitamos que faça parte da nossa história. É raro. É significativo. É fundamental. No entanto, parece que só entendemos o seu real significado com o passar do tempo; sempre haverá ensinamentos que não podem ser adquiridos somente por meio de livros, faculdades e conselhos. É preciso viver. Na adolescência,

“Quando o café esfriar”, por Amanda de Moraes

Jesus Cristo disse: Deus vomitará os mornos. Mais especificamente, na Bíblia, no Apocalipse 3:15–16, João escreve: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.” Sejamos cristãos ou não, religiosos ou não, podemos tirar dos ensinamentos das Escrituras reflexões

“Você trocaria alianças?”, por Amanda de Moraes

Ao chegarmos a uma certa idade, começamos a sentir uma carga maior. Por aquilo que não foi realizado, pelos planos que saíram errado, pelas metas não conquistadas. Entre tantas incompletudes, vez ou outra está a separação, não se ter casado ou tido filhos. São pilares para a vida de muitas pessoas, em especial por a sociedade atribuir valor social quando

“Sempre há tempo”, por Amanda de Moraes

O tempo é valioso; um recurso insubstituível. A cada dia, temos um pouco menos dele. Gastamos horas e minutos, todos os dias, com cafés, trabalho, conversa despretensiosas, rede social, devaneios, séries. Quando estamos no automático, nem sequer nos recordamos, à noite, dos detalhes habituais vividos pela manhã. Além disso, existimos em uma era de excesso. Excesso de informação, de possibilidades,

“Os nós de uma guerra”, por Amanda de Moraes

Em 1932, Albert Einstein e Sigmund Freud trocaram algumas cartas. Objetivo: intercâmbio de pontos de vista sobre um tema caro ao ser humano. Em essência, um diálogo entre duas das maiores mentes do século 20, em busca de caminhos possíveis. Enquanto isso, muitos pelas bandas brasileiras, incluindo em universidades, recusaram-se a conversar com aqueles que pensavam diferente… Pois é! Nesse

“Cardápio que revela o povo”, por Amanda de Moraes

Do que se alimenta um povo? É uma pergunta que vai além da comida. Simples, porque diz respeito a algo do nosso cotidiano, mas, ao mesmo tempo, esquecida por muitos. À visão da maioria, desde que a própria vida esteja caminhando na zona de conforto, o conteúdo do alimento será quase nunca questionado. Aqui, o conceito de alimentar será ampliado.

“O (des)respeito pode estar ao lado”, por Amanda de Moraes

Falar sobre assédio não é por modismo. É um tema recorrente por imposição da realidade, que insiste em revelar um cotidiano marcado por condutas que, dia após dia, desrespeitam mulheres em diferentes espaços da vida social. Por necessidade de dizer o óbvio: homens não podem fazer o que quiserem para satisfazer os seus próprios desejos, e mulheres não existem para

“Em que moldura estará a obra da sua vida?”, por Amanda de Moraes

Podemos dizer que os seres humanos são moldadores. Moldadores da realidade. Líderes mundiais ditam o rumo de uma sociedade inteira. A todo momento, permitimos que algumas pessoas entrem em nossas vidas. Decidimos caminhos profissionais, quando as circunstâncias permitem. Participamos ativamente da construção do presente que vivemos. Ainda assim, não é raro sentir que a vida parece estar distante daquilo que

“O Natal que elas carregam”, por Amanda de Moraes

A família tradicional brasileira, como o próprio nome anuncia, se mantém fiel ao rito. Em muitos lares, o Natal é a prova viva disso. A ceia impecável, o arroz com passas. Ninguém gosta de passas, mas é tradição — então todos comem sem reclamar, enquanto os mais ousados as empurram discretamente para o canto do prato. A toalha vermelha na

“Pode dar mais certo desta vez”, por Amanda de Moraes

Dezembro sempre traz algo a mais. Para muitos, é o alívio de ter atravessado mais um ano, conquistado objetivos ou simplesmente de ver um período difícil chegando ao fim. É tempo de balanço interno. Angústias pelos desejos não realizados, saudade do que passou, um respiro, uma pausa e sentimentos inomináveis. Cada pessoa vive dezembro de um jeito. No entanto, poderíamos

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