Jornal da Região

Artigo

“Quando a razão demais se torna um problema: o sabotador hiper-racional”, por Jalme Pereira

Rafael é analista de sistemas e, dentro da sua equipe, sempre foi reconhecido como alguém extremamente lógico e meticuloso. Quando havia problemas no projeto, ele rapidamente buscava argumentos técnicos para explicar — e muitas vezes tinha razão nos fatos. O problema é que, enquanto usava da lógica imbatível, ele se esquecia de ouvir os colegas. Quando um deles dizia estar

“Guerra ou Genocídio?”, por Julio Carvalho

Durante a segunda guerra mundial, 1938 a 1945, era editada uma revista denominada Em Guarda, ótima impressão; era enviada a diversas pessoas de Cantagalo graciosamente. Mensalmente meu pai recebia a revista, que além de notícias da Força Expedicionária Brasileira que participava dos combates em solo da Itália, trazia diversas reportagens de outras frentes de batalhas. Com dez anos de idade,

“A teimosia disfarçada de convicção”, por Jalme Pereira

Se você já trabalhou ou viveu com alguém que nunca muda de opinião, mesmo diante de argumentos sólidos e dados concretos, provavelmente já conheceu o sabotador “Insistente” — também chamado de “Teimoso”.  Carlos trabalhava há mais de 15 anos na mesma empresa e sempre foi reconhecido por sua dedicação. Experiente e meticuloso, ele acreditava que já tinha passado por tudo

“Letras de Cantagalo revivem”, por Celio Erthal

As Academias congregam o pensamento acadêmico, dão honras, preservam a memória, integram e ressaltam valores, experiências, sabedoria, cultura acumulada.  Waldenir de Bragança, Presidente de Honra da Academia Fluminense de Letras Recentemente tive a satisfação de rever a acolhedora cidade de Cantagalo, da qual guardo gratas recordações. Vizinha da minha querida Bom Jardim, foi lá que dei os primeiros passos na

“Secretaria de Esportes e Certames”, por Julio Carvalho

Durante vários anos o setor de esportes e certames permaneceu acoplado à Secretaria de Cultura, Turismo, Esportes e Certames, no município de Cantagalo; como já era esperado os secretários que por lá passaram se preocupavam com a cultura, limitando-se à contratação de shows caros nos festejos da cidade, permanecendo os demais setores esquecidos. No período da vitoriosa campanha política de

“Como o vitimismo mina sua energia e sabota suas conquistas”, por Jalme Pereira

Ela é divertida, sorridente e adora estar com os colegas no final do expediente. Mas, por trás do bom humor, esconde episódios de ansiedade, escassez financeira e relacionamentos frustrados.  Conta que está fazendo terapia e sendo acompanhada por um psiquiatra, mas, no fundo, não consegue manter os cuidados. Ama o filho profundamente e faz questão de dar o melhor para

“Por que as mulheres são separadas do mundo?” por Amanda de Moraes

Há duas semanas, o Brasil assistiu com horror a notícia de um homem, ex-jogador de basquete, que agrediu sua namorada no elevador, com 61 socos, em Natal (RN). 61 golpes. 61 tentativas de destruir uma mulher. 61 vezes que escancaram a violência contra a mulher em pleno século 21. Em entrevista, Juliana Soares relatou que não foi a primeira agressão

“O preço da fuga: quando evitar conflitos rouba a sua paz”, por Jalme Pereira

Antes de começar, a pessoa pensa: “Não quero parecer grosseiro… Depois, a gente vê isso com calma… “Não vale a pena discutir isso agora… Se eu falar, posso magoar…Melhor deixar assim mesmo… Com o tempo, isso se resolve sozinho…” Essa é a trilha mental de quem tem o Esquivo como sabotador dominante. Por muito tempo, Mário teve um amigo que

“Academia Cantagalense de Letras”, por Julio Carvalho

No final de década de 90, precisamente no dia 11 de agosto de 1989, nascia a Academia Cantagalense de Letras, iniciativa do ilustre cantagalense Dr. Edmo Rodrigues Lutterbach, com apoio total da Secretária de Educação e Cultura de Cantagalo, naquela época, a dinâmica e competente Profa. Maria Lúcia Farah Noronha, mais conhecida por todos como Lucinha Farah. Durante 07 anos

“Como o medo de errar sabota sua liberdade e seu crescimento”, por Jalme Pereira

“Antes de começar, quero encontrar a forma ideal, o momento certo, o planejamento perfeito…” – essa é a trilha sonora mental de quem tem o Perfeccionista como sabotador dominante. Marcos era um profissional respeitado. Dedicado, comprometido, sempre entregava seus projetos com um nível de exigência acima da média. Mas, por trás do prestígio, havia um padrão silencioso que o impedia

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