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Jornal da Região

Artigo

“O preço da fuga: quando evitar conflitos rouba a sua paz”, por Jalme Pereira

Antes de começar, a pessoa pensa: “Não quero parecer grosseiro… Depois, a gente vê isso com calma… “Não vale a pena discutir isso agora… Se eu falar, posso magoar…Melhor deixar assim mesmo… Com o tempo, isso se resolve sozinho…” Essa é a trilha mental de quem tem o Esquivo como sabotador dominante. Por muito tempo, Mário teve um amigo que

“Academia Cantagalense de Letras”, por Julio Carvalho

No final de década de 90, precisamente no dia 11 de agosto de 1989, nascia a Academia Cantagalense de Letras, iniciativa do ilustre cantagalense Dr. Edmo Rodrigues Lutterbach, com apoio total da Secretária de Educação e Cultura de Cantagalo, naquela época, a dinâmica e competente Profa. Maria Lúcia Farah Noronha, mais conhecida por todos como Lucinha Farah. Durante 07 anos

“Como o medo de errar sabota sua liberdade e seu crescimento”, por Jalme Pereira

“Antes de começar, quero encontrar a forma ideal, o momento certo, o planejamento perfeito…” – essa é a trilha sonora mental de quem tem o Perfeccionista como sabotador dominante. Marcos era um profissional respeitado. Dedicado, comprometido, sempre entregava seus projetos com um nível de exigência acima da média. Mas, por trás do prestígio, havia um padrão silencioso que o impedia

“É agosto, mas sempre dá tempo”, por Amanda de Moraes

De repente, julho chegou ao fim. Logo, entraremos em agosto. Já é mais da  metade do ano. Metade do tempo para cumprir promessas, satisfazer expectativas e chegar a objetivos. Aos ansiosos, a passagem do tempo traz um alerta. Parafraseando o poeta, aqueles que se deixam levar pela fluidez da vida, que o mistério faça o seu trabalho.  Aos que tiveram

“Mutilações e mortes”, por Julio Carvalho

A Constituição do Brasil e diversas leis nacionais defendem a criança e o adolescente dos riscos em trabalhos perigosos que possam colocar em risco a integridade física dos infantes e dos jovens, todavia as mesmas são contrariadas a todo instante, podendo causar danos graves aos menores, produzindo sequelas  ou até a morte. Nos últimos 20 anos foram registrados 415 casos

“Quando a coragem assusta mais do que a violência”, por Amanda de Moraes

Nossas bisavós não puderam realizar o sonho profissional. Nossas avós não tiveram o direito de viajar, conhecendo mundos. Nossas mães, por inúmeras questões, não puderam divorciar-se. Silenciadas e restritas a locais vigiados, controlados e predeterminados, carregaram a angústia das vidas não vividas. Claro, sempre há aquelas que representam uma exceção. Porém, para falar sobre o tema, fiquemos com a maioria.

“Quem é você quando não está produzindo nada?” por Jalme Pereira

Joana era o tipo de profissional que todos admiravam. Chegava cedo, saía tarde, entregava resultados com excelência. Era referência, exemplo. Mas, quando seu filho adoeceu e ela precisou se afastar por duas semanas, algo inesperado aconteceu: ela entrou em crise. Sentia culpa, inquietação, como se estivesse falhando. Mesmo ali, cuidando de quem mais amava, não conseguia relaxar. Na terapia, uma

“Riqueza Pictórica do Santuário”, por Julio Carvalho

Na grande reforma realizada na matriz do Santíssimo Sacramento de Cantagalo nos anos de 1950 a 1952, sob o comando do dinâmico Padre Crescêncio Lanciotti, que durante 43 anos foi o nosso diretor espiritual, o interior do templo foi totalmente modificado; os dois púlpitos laterais e as cercas de madeira de lei que circundavam os altares laterais foram retirados, o

“O hiper-vigilante: quando estar sempre alerta vira um estilo de vida”, por Jalme Pereira

Durante o expediente, Mariana conferia os e-mails a cada 5 minutos. Quando recebia uma mensagem, já pensava no pior: “Será que fiz algo errado?”, “Será que vão me demitir?”. Nas reuniões, ficava em alerta, interpretando o tom de voz dos colegas, os silêncios do gestor, os olhares desviados. Por mais que entregasse bem seu trabalho, ia dormir todos os dias

“Cooperativismo”, por Julio Carvalho

O cooperativismo nasceu na Inglaterra, na cidade de Rochdale, num momento de crise financeira durante a revolução industrial, em 1844, quando os operários tinham dificuldade em comprar seus alimentos com elevados preços. 24 operários se reuniram criando um mercado que comprava em maior quantidade por preços menores, sendo as mercadorias distribuídas equitativamente entre os 28 sócios; a experiência surtiu bons

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