Jornal da Região

Artigo

“Fazenda da Serra: eu era feliz e não sabia”, por Celso Frauches

Sede da Fazenda da Serra (Criação artística do designer gráfico, Júlio César Alves Araújo, de Brasília, DF). Estive na Fazenda da Serra, onde nasci e vivi até os onze anos de idade, com aqueles pequenos intervalos em que morei na zona rural de Pirapetinga (MG) e no Porto do Tuta. Os tempos passados na fazenda foram prazerosos, pela liberdade, ar

“Precioso Líquido”, por Dr Júlio Carvalho

Certa vez, quando chegou a Samaria, no poço de Jacó, ao dialogar com a mulher samaritana, Jesus se comparou à água: “Veio uma mulher da Samaria tirar água. Pediu-lhe Jesus: ‘Dá-me de beber”, (pois os discípulos tinham ido à cidade comprar mantimentos). Aquela samaritana lhe disse: ‘Sendo tu judeu, como pedes de beber a mim, que sou samaritana!’ (pois os

“Jogos Olímpicos 03”, por Dr Júlio Carvalho

Seleção Olímpica bicampeã Paciência queridos (as) leitores. Hoje terminarei a maratona histórica sobre a participação do Brasil nos jogos olímpicos. No Japão, a última medalha de ouro foi conseguida pela seleção de futebol do Brasil. Durante muitos anos nosso país tentou obter a medalha dourada do futebol olímpico, mas não conseguia. Nas olimpíadas de 1956, 1980 e 2012, o futebol

“Origem da família Frauches no Brasil 3”, por Celso Frauches

Cidade d’Ursins, em 2021, onde residiu a família de Jean Abram Frauches Em agosto de 1821, o Príncipe regente autoriza os suíços a deixarem Nova Friburgo. João Abram Frauche migra para São Sebastião do Paraíba, em Cantagalo. Na vila é identificado como João Abrom Frauche, segundo pesquisa de Henrique Bon, inserta em seu livro Imigrantes ‒ A saga do primeiro

“Origem da família Frauches no Brasil 2”, por Celso Frauches

Imigrantes subindo a serra Cachoeiras – Colônia Nova Friburgo, em 1819. O Elisabeth et Marie, com Jean Abram Frauche a bordo, aportou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, em 6 de dezembro de 1919. Ao ser registrado, no porto do Rio de Janeiro, recebeu a cidadania portuguesa, com o nome de João Abram Frauche. O roteiro da viagem

“Jogos Olímpicos 02”, por Dr Júlio Carvalho

Continuando nossa corrida através das Olimpíadas, analisarei a participação brasileira nos jogos olímpicos de 1924 até 2020 (2021). No período de 1924 até 1936, o Brasil não conseguiu conquistar qualquer medalha olímpica e nossas atletas não chegavam a cem, com um número sempre bem maior de representantes masculinos. Nas Olimpíadas de 1936, realizadas em Berlim, os nazistas se aproveitaram do

“Origem da família Frauches no Brasil”, por Celso Frauches

Marco em Estavayer-le-Lac, situada às margens do lago Neuchâtel O resgate da memória de um povo faz crescer o respeito pela nação onde este mesmo povo vive. (Prof. Márcio Manhães Folly)¹ O professor e pesquisador suíço Martin Nicoulin, em sua tese de doutorado na Universidade de Fribourg, Suíça, publicada em A gênese de Nova Friburgo², narra a saga dos imigrantes

“Jogos Olímpicos”, por Dr Júlio Carvalho

Os vencedores dos Jogos Olímpicos eram premiados no templo em homenagem a Zeus Os gregos possuíam uma riquíssima mitologia, havia deuses para quase tudo. Em Atenas, havia até um nicho para o deus desconhecido, que Paulo se utilizou para propagar o cristianismo. Segundo a mitologia, Hércules foi o criador dos jogos olímpicos. Mas, como não vivemos de mitologia e muito

“César Freijanes: um político à frente de seu tempo”, por Celso Frauches

Na década de 50, do século 20, meu pai alugou um casarão, na Rua César Freijanes, esquina da Rua Euclides da Cunha, onde hoje se localiza o Fraterno Auxílio Cristão (FAC). Ali vivi momentos inesquecíveis para um adolescente nascido numa fazenda, em São Sebastião do Paraíba. Um capiau, como era comum identificar um caipira. Ali jamais me esqueci de um

“Um Paraíso Perdido 2”, por Dr Júlio Carvalho

Na semana anterior, procurei mostrar alguns conceitos de Euclides da Cunha sobre a Amazônia. Hoje demonstrarei todo patriotismo e heroísmo do nosso ilustre conterrâneo no cumprimento de comandar a expedição brasileira que tinha a função de demarcar a fronteira do nosso país com o Peru, na selvagem e quase abandonada floresta amazônica. Euclides da Cunha chegou a Manaus no dia

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