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Jornal da Região

Artigo

“Adeus professora”, por Dr Júlio Carvalho

Chego à residência, e minha esposa me comunica o falecimento de Lucinha. Fico parado como lutador que, atingido por um possante soco, procura as cordas do rinque para se amparar e não cair. Algum parentesco? Não. Nem sempre os laços familiares são os mais fortes, as gerações vão se sucedendo e os parentes vão ficando mais distante, alguns nem conhecemos.

“Cel. Marcelino de Paula: uma vida dedicada a Cantagalo”, por Celso Frauches

O Coronel Marcelino de Paula recebendo em sua residência em Cantagalo, o comandante Ernani do Amaral Peixoto (Foto: Álbum de Família) Corria o segundo semestre de 1947. Estava para completar onze anos em 27 de outubro. Havia concluído o curso primário, hoje, anos iniciais do ensino fundamental, na Escola do Porto do Tuta, com a professora Neli Rodrigues Moreira da

“Inesquecíveis”, por Dr Júlio Carvalho

Desde a minha juventude, gostei muito de ler bons livros. Alguns, apesar da fama, não me agradaram. Outros, todavia, foram inesquecíveis, permanecendo no meu pensamento até os dias de hoje. Até os dezenove anos, encontrei o tempo suficiente para minhas leituras. Aos vinte anos fui para a cidade do Rio de Janeiro a fim de me preparar para enfrentar o

“Fazenda da Serra: eu era feliz e não sabia”, por Celso Frauches

Sede da Fazenda da Serra (Criação artística do designer gráfico, Júlio César Alves Araújo, de Brasília, DF). Estive na Fazenda da Serra, onde nasci e vivi até os onze anos de idade, com aqueles pequenos intervalos em que morei na zona rural de Pirapetinga (MG) e no Porto do Tuta. Os tempos passados na fazenda foram prazerosos, pela liberdade, ar

“Precioso Líquido”, por Dr Júlio Carvalho

Certa vez, quando chegou a Samaria, no poço de Jacó, ao dialogar com a mulher samaritana, Jesus se comparou à água: “Veio uma mulher da Samaria tirar água. Pediu-lhe Jesus: ‘Dá-me de beber”, (pois os discípulos tinham ido à cidade comprar mantimentos). Aquela samaritana lhe disse: ‘Sendo tu judeu, como pedes de beber a mim, que sou samaritana!’ (pois os

“Jogos Olímpicos 03”, por Dr Júlio Carvalho

Seleção Olímpica bicampeã Paciência queridos (as) leitores. Hoje terminarei a maratona histórica sobre a participação do Brasil nos jogos olímpicos. No Japão, a última medalha de ouro foi conseguida pela seleção de futebol do Brasil. Durante muitos anos nosso país tentou obter a medalha dourada do futebol olímpico, mas não conseguia. Nas olimpíadas de 1956, 1980 e 2012, o futebol

“Origem da família Frauches no Brasil 3”, por Celso Frauches

Cidade d’Ursins, em 2021, onde residiu a família de Jean Abram Frauches Em agosto de 1821, o Príncipe regente autoriza os suíços a deixarem Nova Friburgo. João Abram Frauche migra para São Sebastião do Paraíba, em Cantagalo. Na vila é identificado como João Abrom Frauche, segundo pesquisa de Henrique Bon, inserta em seu livro Imigrantes ‒ A saga do primeiro

“Origem da família Frauches no Brasil 2”, por Celso Frauches

Imigrantes subindo a serra Cachoeiras – Colônia Nova Friburgo, em 1819. O Elisabeth et Marie, com Jean Abram Frauche a bordo, aportou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, em 6 de dezembro de 1919. Ao ser registrado, no porto do Rio de Janeiro, recebeu a cidadania portuguesa, com o nome de João Abram Frauche. O roteiro da viagem

“Jogos Olímpicos 02”, por Dr Júlio Carvalho

Continuando nossa corrida através das Olimpíadas, analisarei a participação brasileira nos jogos olímpicos de 1924 até 2020 (2021). No período de 1924 até 1936, o Brasil não conseguiu conquistar qualquer medalha olímpica e nossas atletas não chegavam a cem, com um número sempre bem maior de representantes masculinos. Nas Olimpíadas de 1936, realizadas em Berlim, os nazistas se aproveitaram do

“Origem da família Frauches no Brasil”, por Celso Frauches

Marco em Estavayer-le-Lac, situada às margens do lago Neuchâtel O resgate da memória de um povo faz crescer o respeito pela nação onde este mesmo povo vive. (Prof. Márcio Manhães Folly)¹ O professor e pesquisador suíço Martin Nicoulin, em sua tese de doutorado na Universidade de Fribourg, Suíça, publicada em A gênese de Nova Friburgo², narra a saga dos imigrantes

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