“Ginásio de Esportes José dos Santos Vieira (Zé Vieira)”, por Julio Carvalho
Continuo o meu passeio pela Praça João XXIII, o Jardim dos Melros ou o Jardim de Cantagalo, tendo na memória versos da poeta Amélia Thomaz, minha professora de língua e de literatura portuguesa, que recebi
Durante muitos anos, Cantagalo foi um grande produtor de café, fazendo a riqueza dos barões que exploravam o trabalho escravo dos africanos, submetidos a condições precaríssimas de vida. Inicialmente, o café era transportado para os
Os melros foram-se embora Voaram pra outro campo Deixaram a Praça mais triste Silenciaram seu canto... Procuraram outra plaga Que lhes trouxesse o alimento, O carinho, o alento Que a Praça já não lhes dava!
Nos Estados Unidos, no estado da Virgínia, existe um gigantesco monumento com seis marines espetando o mastro da bandeira norte americano no solo da ilha Iwo Jima, simbolizando a vitória sobre os japoneses na pequena
Vou pelo jardim tão amado A juventude logo aflora Ah, o perfume do passado Insiste, não vai embora! Que vejo eu neste passeio tão histórico, tão nostálgico, tão pessoal? Em frente ao Toco, com o
Na semana passada escrevi sobre a grande escola e citei o mestre, todavia sinto ser necessário escrever algumas linhas sobre o mestre, a fim de que seu nome não desapareça na poeira do tempo, afinal
Frequentemente, algum conterrâneo comenta que Cantagalo necessita de escolas profissionalizantes, algo que concordo plenamente, pois no mundo contemporâneo, em que a tecnologia cresce incessantemente, a presença de bons técnicos é uma exigência permanente. Cantagalo, todavia,
Vou interromper a minha “viagem” pela Praça João XXIII, mais conhecida como a “Praça dos Melros”, a fim de abrir espaço para o jornalista, cronista e escritor José Lins do Rego, apaixonado por Cantagalo e
Após contemplar o melro de metal, logo atrás do busto do maestro Joaquim Naegele, segui adiante para, ao lado do Coreto, admirar o famoso “toco”, que jorra, ininterruptamente, dos campos de Cambucás. Uma placa -
Diz o povo: “mãe é uma só”. Concordo plenamente quando se refere à mãe biológica, àquela que depois da fecundação acolhe com muito amor a vida gerada no íntimo do seu corpo, que durante quarenta